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Chiclete ilegal

Um dos programas que eu adoro é o Viajando com Ian Wright, no Discovery Civilization. Em cada episódio Ian visita um país diferente para conhecer sua cultura, hábitos da população, e claro, a gastronomia. Vi um episódio em que ele visita Singapura e é convidado a passar alguns dias na casa da apresentadora de tv e rádio, Vernetta Lopez – uma das pessoas mais famosas do país. Dentre as inúmeras curiosidades, como uma massagem nos pés feita por peixes pequenos, o apresentador se deparou com a proibição do chiclete no país.

A venda da goma de mascar é proibida em Singapura desde 1992. Na época, colocaram um chiclete na porta do metrô e o sistema de transporte ficou parado durante duas horas. Desde então, a venda passou a ser ilegal. Só os turistas podem comprar e, para isso, os estabelecimentos pedem passaporte e fazem até um registro.

Foto: Natalia Valle

O mais curioso sobre o chiclete é a sua origem, não há uma história definida. Existem duas hipóteses:

Uma de que os índios da Guatemala teriam sido os primeiros a descobrir, pois faz parte da cultura deles mascar a resina extraída da árvore chamada chicle. Ela ajuda a estimular a produção de saliva e evita a sensação de secura na boca em longas caminhadas.

A outra é que a goma de mascar começou a ser usada pelo povo Maia no sul do México. Na região há as árvores sapodilhas, e quando eles começaram a cortá-las perceberam que saía um líquido leitoso e grosso, chamado chicle, e que era saboroso. Depois os astecas adquiriram o mesmo hábito de mascar a substância. Então, quando os espanhóis invadiram o país em 1518, eles encontraram algumas prostitutas astecas mascando o chicle.

Quer saber outras curiosidades de Singapura? Confira a nossa passagem pelo país.

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1 comentário

  • Reply
    Jg
    5 de março de 2012 at 20:48

    Pior que é verdade mesmo, nao vende em lugar nenhum,os brasileiros que viviam la levavam do free shop, rs!

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